terça-feira, 12 de janeiro de 2010

É MELHOR UM PÚLPITO VAZIO DO QUE UMA PESSOA VAZIA NO PÚLPITO.

Gostaria de dividir com meus irmãos e amigos um assunto um tanto incomodativo, mas digno de nossa atenção.

Isso já aconteceu comigo, como também já aconteceu com você e com tantas outras pessoas, estou falando dos nossos compromissos do dia a dia. Ou seja, trabalho, escola, reuniões etc...! Com isso acabamos não tendo aquela freqüência nos cultos como gostaríamos.

Estou falando isso pelo grande número de pessoas que devido as suas responsabilidades ficam impossibilitadas de estarem sempre em suas igrejas, E olhando para esta realidade me veio a profunda preocupação com aqueles que têm a responsabilidade da parte de Deus de conduzir então o chamado “culto”.

Bem vamos estreitar este assunto agora.

Eu estava em um culto desses (que agora passo a decifrá-lo) precisando ouvir algo da parte de Deus, Como faz parte de cada um de nós me preparei e estava confiante até porque minhas expectativas eram muito boas neste dia até que cheguei à igreja. Como o nosso olhar está focado sempre ao PÚLPITO onde as pessoas devem ministrar algo da parte de Deus.

Percebi logo quando ali cheguei que neste dia seria melhor ver o “PÚLPITO VAZIO”, Pois as pessoas que estavam ali não expressavam nada na hora do louvor, ou seja, não tinham vida em si mesma, cantavam simplesmente e não adoravam a Deus com inteireza de coração. Todos nós sabemos que Deus habita no meio dos louvores, porém para que isso aconteça é preciso que aqueles que estão ministrando o louvor o façam de coração para que haja na igreja uma manifestação real da presença de Deus.

Mas quando isto não acontece resta-nos uma esperança qual? O Pregador da noite nós então depositamos nele a salvação desta reunião quando então chega o momento da palavra hum.....

Não venha querer me dizer que você nunca passou por algo assim (risos).

Quando ele começa o seu sermão não demora muito para que eu perceba que ele está “VAZIO” é isso mesmo que estou dizendo as pessoas estão cansadas da labuta do dia a dia e quando chegam à igreja querem algo da parte de Deus e o que vêem, Um louvor “VAZIO” sem consistência, sem expressão alguma de vida e no momento da palavra o que vemos são pessoas que não tem intimidade nenhuma com Deus perderam completamente o significado da oração e com isso estão despreparados completamente, falam, falam e falam, mas não são capazes de dizer alguma coisa que venha trazer paz, segurança, convicção e esperança aos ouvintes que sem sombra de dúvidas saíram de suas casas para ouvir algo bom da parte de Deus.

Diante deste fato penso que é bem melhor olhar para um “PÚLPITO VAZIO”.

Ele por si só já nos transmite algumas verdades de grande relevância.

Vejamos.

- Local de Santidade

- Local de Separação

- Local de Reverência

- Local de Autoridade

Penso que a pior coisa que existe é quando nós esperamos algo da parte de Deus e quem deveria estar preparado para que neste momento seja usado por Deus está “VAZIO”. Sem comunhão e intimidade com Deus aí não tem palavra nos seus lábios, conteúdo bíblico muito menos e infelizmente estamos presenciando isto em nossas igrejas pessoas “VAZIAS” da Graça e da Unção.

Afirmo com toda minha convicção que prefiro olhar e ver o “PÚLPITO VAZIO DO QUE VER UMA PESSOA VAZIA NO PÚLPITO”

Em Cristo/ Júlio Rolin.

6 comentários:

Laudicéia Mendes disse...

Infelizmente nesta era as igrejas estão cada vez mais cheias de pessoas vazias...
Tbm penso que devemos cada vez mais atentar para o exemplo de Abraão...quando subia a adorar no Moriá estava munido da lenha, do fogo e do cutelo...nossos cultos terão outro sentido quando comparecermos levando o fogo e não buscando o fogo...
Abraços,
Laudiceia Mendes

Judson Canto disse...

Caro Júlio,

Também já houve muitas ocasiões em pensei estar mais bem servido com um púlpito vazio.
Mas fico feliz que ainda haja servos de Deus preocupados em levar conteúdo a eles.

Wagner disse...

"Isso já aconteceu comigo, como também já aconteceu com você e com tantas outras pessoas, estou falando dos nossos compromissos do dia a dia. Ou seja, trabalho, escola, reuniões etc...! Com isso acabamos não tendo aquela freqüência nos cultos como gostaríamos"

Julio, vovê esqueceu do compromisso com a família que deve estar em primazia.

As sua expectativas estava nas pessos e não em Deus, e sempre que isso acontece, podemos nos frustar.
Temos que ter muito cuidado em julgar alguém, porque esses critérios não são suficientes para estabelecer a espiritualidade de alguém.

Um abraço meu irmão

Hermes C. Fernandes disse...

Olá Pr. Julio!

Gratificante encontrar seu blog. Parabéns pelo belo trabalho.

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Ev André Tondin disse...

infelismente essa é a realidade que nos cerca,mais o obra não para, pois temos a expectativas que na próxima reunião será difernte,e que ainda é tempo de salvação, e temos que nos alicersarmos a comunhão,pois o pão está sendo precario e temos que guadar nossa fé para que ninguém roube nossa coroa o Senhor abençoe a vosso ministério em semear a palavra d eDeus .